quarta-feira, 15 de abril de 2026

Questionário nº 2 - Geografia - 7º ano - População e Trabalho

 


Toque no link e baixe no formato docx do Word, onde você poderá editar ao seu gosto.

Questionário nº 2  - Geografia - 7º ano - População e Trabalho

Veja  obras de Marcio Gil de Almeida em forma de e-book:

Sete Tipos de Inteligências

                                         





Contribuição voluntária e sem valor determinado.

Marcio Gil de Almeida
Pix 73982455883


Canal de Vídeo


Marcio Gil de Almeida 


ESTATUTO E PLANO DE CARREIRA DOS SERVIDORES DO MAGISTÉRIO PÚBLICO DO MUNICÍPIO DE EUNÁPOLIS


Toque no link para visualizar e depois baixar
 Estatuto e Plano de  Carreira dos Servidores do Magistério Público do Munícipio de Eunápolis

Atividade Nº 01 de Educação Física - 4º ano - Jogos e Brincadeiras Indígenas

Escola____________________________________________
Disciplina: Educação Física 
Professor: _________________________________________
Aluno:___________________________________________
Data: ___/___/____ Turma: 4ºAno - Vespertino

        

        Atividade   - 4º ano  - Jogos e Brincadeiras Indígenas
  

Os Jogos indígenas são muitos e variados. Muitas das crianças atuais, acostumadas a brincar no celular ou no computador podem ter uma impressão que os índios por não ter tecnologia, não tem opções e é uma vida chata. Pelo contrário, os índios são criativos e de objetos naturais, com o seu próprio corpo e com a interação com os seus colegas desenvolveram jogos e brincadeiras saudáveis que são desafiantes e proporciona saúde e prazer.

Vejamos alguns destes jogos e brincadeiras:

1- Jogos - arco e flecha, cabo de guerra, futebol de bola de cabeça, corrida da tora, peteca, canoagem etc.

2- Brincadeiras - arranca mandioca, gavião e passarinho, corrida do saci, peão.

Contribuição voluntária e sem valor determinado.

Marcio Gil de Almeida
Pix 73982455883


Canal de Vídeo


Marcio Gil de Almeida 

Subtração Sem Tomar Emprestado

Please include attribution to Files Educação with this video.

 

 

 


 

Pais que Lideram os Filhos em Unidade

 


Pais que Lideram os Filhos em Unidade- 
 Liderar os filhos numa educação cristã e equilibrada não é fácil. Nós temos concorrências que podem destruir nossos filhos. Por isso devemos lembrar dos pontos importantes que estarei desenvolvendo.

LINK PARA BAIXAR O E-BOOK: UNIVERSIDADE PARA PAIS 












Plano de Aula 2 Quinzenal de Artes 4º ano de 2023

Acesse o material no formato do Word: Plano de Aula  2 Quinzenal de Artes  4º ano de 2023

Plano de Aula  2 Quinzenal de Artes  4º ano de 2023

 

MUNDO UNIPOLAR - Estados Unidos Superpotência - 9º ano - Prof. Marcio Gil

quinta-feira, 19 de março de 2026

Três Lendas: Indígenas, Portuguesa e Afro Negra

Como brasileiro não podemos negar nossas origens vindo dos portugueses, indígenas e africana. Cada um tem a sua contribuição para o Brasil e isto é bom... Não podemos extinguir nenhuma das nossas origens por que isto é injusto e destrutivo à nossa brasilidade.

As lendas são narrativas fantásticas que muitas vezes misturam elementos reais e imaginários, refletindo a cultura e a história de um povo. No Brasil, as lendas surgiram da união das culturas indígena, afro e europeia, e são consideradas símbolos ancestrais que conectam as pessoas aos seus antepassados. Exemplos de lendas brasileiras incluem o Saci, a Iara e o Curupira, que fazem parte do folclore e são conhecidas por suas características únicas e significados profundos. Além disso, as lendas podem variar em tipo e estrutura, apresentando elementos como moralidades e ensinamento. Aqui trazemos além de lendas indígenas brasileiras, temos portuguesa e afro Negra.

 Lenda do Sasi

A lenda do Saci-pererê é uma das mais emblemáticas do folclore brasileiro. O Saci-pererê é um menino negro e travesso que fuma cachimbo e carrega uma carapuça vermelha que lhe concede poderes mágicos. Ele é conhecido por suas travessuras, como fazer tranças no rabo dos animais durante a noite e esconder objetos. O Saci é o guardião das ervas e plantas medicinais, e para capturá-lo, é necessário arremessar uma peneira nos redemoinhos de vento. O Saci nasceu do broto de bambu e viveu setenta e sete anos, depois se transformou em um cogumelo venenoso ao morrer. A lenda do Saci-pererê existe desde fins dos tempos coloniais e tem origem nas tribos indígenas do sul do Brasil.

Lendo do Curupira

O Curupira é uma figura mítica do folclore brasileiro, conhecido como o protetor das florestas, que assusta e confunde aqueles que ameaçam a natureza.

A lenda do Curupira tem raízes profundas nas culturas indígenas do Brasil, sendo mencionada pela primeira vez pelo padre jesuíta José de Anchieta em 1560. O nome "Curupira" vem do tupi, onde "kuru" significa "corpo" e "pir" pode ser interpretado como "menino", resultando em "corpo de menino".

 O Curupira é frequentemente descrito como um ser de baixa estatura, com cabelos vermelhos ou laranja e pés virados para trás. Essa característica peculiar permite que ele confunda caçadores e madeireiros, pois suas pegadas levam na direção oposta, dificultando o rastreamento. Além disso, ele é conhecido por sua força física e agilidade, sendo capaz de realizar travessuras e criar ilusões para proteger a floresta.

 Lenda do Galo de Barcelos


Começamos com uma das mais icónicas lendas portuguesas, que deu origem a um dos nossos maiores símbolos: o Galo de Barcelos.


Conta-se que, há muitos anos, Barcelos estava em alvoroço por causa de um crime por resolver. Um peregrino galego, de passagem rumo a Santiago de Compostela, foi injustamente acusado. Apesar de jurar inocência, acabou condenado à forca. Como último desejo, pediu para ser levado até ao juiz, que almoçava rodeado de amigos. Apontou para um galo assado na mesa e disse: “É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem.”

Dito e feito. Quando o homem subia ao cadafalso, o galo assado ergueu-se e cantou. O juiz correu para salvar o peregrino (que estava vivo, com a corda lassa no pescoço). Anos depois, o homem regressou a Barcelos e ergueu o Senhor do Galo em agradecimento.

Lenda AFRO NEGRA: Anansi


A lenda africana de Anansi, a aranha esperta, é uma das mais conhecidas e temáticas. Anansi é um personagem da mitologia africana, originário da cultura Akan (Gana), que é famoso por sua astúcia e sabedoria. Suas histórias, cheias de humor e sabedoria, mostram como a inteligência supera a força bruta. Anansi é um exemplo de como as lendas africanas servem como um elo entre o passado e o presente, preservando valores comunitários e ensinando lições de vida.


Anansi, a Aranha, é uma figura central na mitologia africana, especialmente entre os povos Akan de Gana. Segundo a tradição, Anansi era um ser astuto e cheio de truques. Ele queria obter todas as histórias do mundo, que eram guardadas pelo deus do céu, Nyame. Nyame concordou em entregar as histórias a Anansi, mas apenas se ele realizasse três tarefas impossíveis: capturar a serpente mais perigosa, o leopardo mais feroz e um enxame de abelhas. Anansi, com sua inteligência, encontrou maneiras criativas de completar as tarefas. Para capturar a serpente, ele a enganou para que se enrolasse em um galho de árvore. Para o leopardo, ele cavou um buraco e o capturou ao fazê-lo cair na armadilha. Quanto às abelhas, ele fingiu uma tempestade iminente e as convenceu a entrar em uma cabaça para se protegerem. Após completar todas as tarefas, Nyame cumpriu sua promessa e deu todas as histórias a Anansi. Desde então, Anansi se tornou o narrador das histórias, disseminando lições de vida, moralidade e diversão entre os povos.



sábado, 14 de fevereiro de 2026

Monografia: Teoria do Conhecimento e Educação em John Locke

 



Veja  obras de Marcio Gil de Almeida em forma de e-book:


Perdas não desejáveis...

 



Perder tempo 

É perder vida.

Perder oportunidades

É perder a vitória.

Perder o agora 

É perder o sentido do existir.

Perder o amor

É perder o gosto pela vida.

Perder a esperança

É perder o futuro.

Perder a si mesmo

É ficar vazio e  perdido.

Perder a paz.

É perder tudo.

Perder a cruz de Cristo

É perda da companhia de Cristo.

Perder a Deus

É perder a alma e a eternidade.


Marcio Gil de Almeida

Veja  obras de Marcio Gil de Almeida em forma de e-book: