terça-feira, 1 de setembro de 2026

Questionário nº 1 - Geografia - 6º ano - Terra no Sistema Solar

 



Toque no link e baixe no formato docx do Word, onde você poderá editar ao seu gosto.

Atividade - Geogrfia - 6º ano - Sistema Solar



Veja outras obras de Marcio Gil de Almeida em forma de e-book:

1. Fábulas I
2. Fábulas e Ilustrações no Capricho
3. Sermões edificantes I
4. Sermões edificantes II
5. Sermões edificantes III
6. Revelação de Levítico I
7. Revelação de Levítico II
8. Revelação de Levítico III
9.Universidade para Pais


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Faltas Justificadas

 


















Veja  obras de Marcio Gil de Almeida em forma de e-book:

Natureza de Cobra - Fábula

 

 


Conta-se que em certa floresta, havia um número extraordinário de cobras. Estas cobras resolveram eleger uma rainha para elas. Ao passar o tempo,  a Rainha das cobras  resolveu fazer um grande banquete em festejo do seu aniversário.  Ora! Quando se fala em banquete muita comida é necessária. Então, a Rainha das cobras ordenou que todas as cobras formassem um grande circulo e aos poucos fossem fechando para capturarem animais pequenos com finalidade de usarem no banquete. Pois bem, o ciclo foi fechando e aprisionando  todos os animais de pequeno porte e  agradáveis ao paladar das cobras.

As cobras estavam felizes, mas, algo extraordinário aconteceu. Um animal de grande porte, um animal mágico e chamado de Unicórnio, estava dentro do círculo. Daí iniciou um diálogo entre o Unicórnio e a Rainha das cobras.

-Deixa-me sair do círculo. Disse o Unicórnio.
-Não vamos deixar você ir embora. Afirmou a Rainha das cobras.
-Eu sou demasiadamente grande para me comerem. Deixa-me ir. Disse o Unicórnio.
-Nós não vamos deixar você ir embora por que temos o prazer de matar, o prazer de ver a morte, afirmou a Rainha das cobras.

Então unicórnio insistiu...

-Mas, vocês sabem que eu sou um animal mágico? Que toda a floresta depende de mim? Que a floresta irá sofrer muito? Os animais irão sofrer enormemente e muitos sofrerão pela fome que virá? Indagou o Unicórnio.
- Nós não nos importamos com isso. É a nossa natureza. Afirmou a Rainha das cobras.
-Você sabe que, quem mata um Unicórnio será amaldiçoado? Questionou o Unicórnio.
-Nós, não nos importamos com isto. Afinal de contas, nós já somos amaldiçoados. Nós, não nos importamos com maldição alguma. É a nossa natureza. Finalizou a conversa, a majestosa Rainha das Cobras.

Nas árvores haviam aves que assistiam o diálogo. Estas aves, muito preocupadas, clamaram pela libertação do Unicórnio. Todavia, as cobras disseram que "não".

Então, as cobras, às suas centenas, atacaram e mataram o animal mágico, o Unicórnio. Naquele instante, nada aconteceu e parecia que nada iria acontecer. Entretanto, passando alguns dias, a floresta e os animais sem proteção foram atacados por magias malignas e por seres que tinham a missão de destruir a floresta. A aflição da fome alcançou a todos os animais e muitos morreram. As cobras ao verem a destruição e a morte de muitos, não se importaram, pois assim era a sua natureza.

Moral da Estória

Cuidado com as pessoas que têm a natureza de cobra. Nos seus interesses não há escrúpulos, não há piedade, só há o egoísmo e a sua vontade insana.

Quem tem a natureza de cobra, não se importa com a verdade, com a justiça, com o sofrimento alheio e nem com as consequências dos seus atos. Elas são o que são e o que importa é alcançarem os seus objetivos e o que mais gostam, controlarem a todos para o seu bel prazer fútil.

Autoria: Márcio Gil de Almeida

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domingo, 30 de agosto de 2026

Muito silêncio... Prof. Marcio Gil



Muito silêncio...

Seria para pensar?

Silêncio para descansar?

Silêncio para se esconder?

Silêncio para omitir?

Silêncio para se fazer de entendido...

Silêncio para entender.

Silêncio para fazer de conta que entendeu...

Silêncio para demonstrar que não entendeu nada .

Silêncio para mostrar mistério!

Silêncio para criar expectativa!

Silêncio para frustrar.

Silêncio para mostrar o sagrado.

Silêncio para poder mostrar a surpresa da frustração...

Eles estão em silêncio?

Nós estamos em silêncio.

O Silêncio do medo.

O silêncio da estratégia.

O silêncio de quem não quer o silêncio.

Silêncio para cozer as mentes.

O silêncio da verdade.

O silêncio da mentira.

O silêncio da dor,

O silêncio da humilhação

E o silêncio do constrangimento.

E ainda o silêncio da esperança.

Um silêncio mostrando que não se importa com nada...

Um silêncio que salva vidas...

Em todo o silêncio...

Apenas silêncio.

Eu em silêncio,

Permaneço...

Porque há muito silêncio.


Márcio Gil em Silêncio.


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Atividade de Língua Portuguesa - 4º ano - Encontro Vocálicos

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ______________
SUPERINTENDÊNCIA PEDAGÓGICA
DIVISÃO DE ENSINO- ANOS INICIAIS
ESCOLA MUNICIPAL ____________________________
PROFESSOR: ___________________________________Disciplina: Português
MARCIO GIL DE ALMEIDA DATA: ___/___/____ TURMA: 4ºANO M( ) V( )
ALUNO (A):____________________________________


ATIVIDADE Nº 05  - 4º ano

Encontro Vocálicos


É a união entre as vogais de uma palavra. Ao escrever a palavra rei, percebemos o encontro de duas vogais em uma mesma sílaba. Quando isso acontece, nós dizemos que houve um encontro vocálico.

Os encontros vocálicos se dividem em três grupos:

1- DITONGO – É quando acontece a união de duas vogais em uma única sílaba.

Veja os exemplos: água, madeira, papai

Na palavra água, o som da vogal “a” é pronunciado com mais força do que a vogal “u”

Já na palavra madeira, o som do “e” foi maior que o som do “i”, por isso ele recebe o nome de semivogal.

2- HIATO – É o encontro de duas vogais, mas quando são pronunciadas, ficam em sílabas diferentes. Fica fácil de entender!

pia – Quando vamos separar a sílaba dessa palavra, a vogal “a” fica separada da outra vogal “i”, percebeu?

Isto acontece porque emitimos dois sons: O som da sílaba “pi” e o da sílaba “a”.
A isto nós chamamos de Hiato. Veja outros exemplos:  lua – cadeado – dia – piada.


3-TRITONGO – É o encontro de três vogais em uma mesma sílaba.

Uruguai – Você percebe que quando falamos, o som das três vogais é pronunciado junto. Nesse caso, temos como vogal o a” e como semivogais o “u” e o “i”.

Na palavra “iguais” acontece da mesma forma, onde o “a” será sempre uma vogal.

 


5- Pratique a leitura na atividade 02, da disciplina de Geografia. Será marcado um dia para tomada de leitura.


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Marcio Gil de Almeida 

Perdas não desejáveis...

 



Perder tempo 

É perder vida.

Perder oportunidades

É perder a vitória.

Perder o agora 

É perder o sentido do existir.

Perder o amor

É perder o gosto pela vida.

Perder a esperança

É perder o futuro.

Perder a si mesmo

É ficar vazio e  perdido.

Perder a paz.

É perder tudo.

Perder a cruz de Cristo

É perda da companhia de Cristo.

Perder a Deus

É perder a alma e a eternidade.


Marcio Gil de Almeida

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Plano de Ensino Anual de Língua Portuguesa - 4º ano

Para ter acesso no World toque no link a seguir

Se você não souber baixar o documento, siga os passos:
1- toque no link
2- Vá no canto superior esquerdo e toque em ARQUIVO
3- Toque em download e escolha a opção desejada. Eu tenho o costume de escolher Microsoft World e pronto.

Eu elaborei este plano e você pode usar como quiser. Você pode alterar tudo que desejar.






 

Errata:
Onde está escrito: Disciplina - troque por Componente Curricular
Onde está escrito Componente Curricular troque por Habilidades




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1. Fábulas I
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Plano Anual de Ensino de Matemática - 4º ano

 

Brasil: Hidrografia - 7º ano

 No Brasil há muitos Rios, distribuídos em vários pontos do território. A maioria deles são rios perenes, que nunca secam. Mas na área dominada pelo clima Tropical Semi-árido existem rios intermitentes, que em períodos de ausência de chuva ficam com leitos secos (figura 6).

A rica hidrografia brasileira permite seu aproveitamento para fins diversos, como navegação e geração de energia, além do abastecimento humano e produção agrícola e industrial.

Bacia hidrográfica e divisor de águas

Bacia hidrográfica é uma área delimitada que vai dos divisores de águas à foz do rio principal - o maior rio da bacia, que recebe a água de todos os demais que se encontram nela. Ou seja, é a área que drena a água da chuvas (ou outras formas de precipitação, como a neve) para um rio principal. Cada rio que integra a bacia hidrográfica do rio principal possui sua própria bacia.

O divisor de águas é o limite superior de uma bacia hidrográfica a partir do qual a água das chuvas escoa, alimentando rios, nascente e reservas subterrâneas de água. É muito comum usar-se um divisor de águas como limite entre países, estados e munícipios. A ilustração da figura 7 representa, de modo esquemático, o divisor de águas entres duas bacias hidrográficas.

Principais bacias hidrográficas

Conheça alguns dos principais rios e bacias hidrográficas do Brasil, que possuem uma das mais extensas redes fluviais do mundo(figura 8).


A bacia amazônica é a principal do país em tamanho e volume de água. O rio principal nasce no Peru, onde recebe vários nomes. Ao ingressar no Brasil é chamado de Solimões e, após o encontro do Rio Negro, recebe o nome de Amazonas(Figura 9). ou o potencial hidrelétrico da Bacia do Rio Amazonas é grande. Apesar disso, uma exploração desordenada geraria muitos problemas ambientais, como desmatamento e aumento da erosão. nessa bacia estão os rios importantes e caudalosos, como o Tapajós e o Xingu.

 


bacia do Paraná tem como principal rio ou Paraná. Entre os afluentes estão os rios Tietê, Grande e Iguaçu (figura 10). Nessa bacia, há uma concentração populacional muito grande, além do maior potencial hidrelétrico instalado no Brasil. A água também é muito utilizada para irrigação agrícola. A navegação ocorrem em trechos de alguns Rios como o Tietê(figura 10)..
A bacia do São Francisco é uma das mais importantes do país. O Rio São Francisco, também chamado de o rio da integração nacional pela quantidade de estados que drena, nasci na Serra da Canastra, em Minas Gerais, ele deságua no Oceano Atlântico, entre os estados de Sergipe e Alagoas.Ele tem aproveitamento hidrelétrico ao longo de seu percurso. Nos últimos anos Parque das Águas do São Francisco tem sido desviada para a zonas mais áridas(veja o mapa da figura 11). O objetivo é oferecer água tanto para as atividades agrícolas quanto para o abastecimento humano (figura 12).

O projeto de transposição foi muito debatido. Os favoráveis diziam que o desenho das águas poderiam ampliar oferta de água para consumo humano e resolveu o problema da falta de recursos hídricos para irrigação de cultivo, criação de animais e uso industrial. Os contrários, afirmavam que as águas seriam destinadas a projetos de irrigação de grandes fazendas e não às plantações dos pequenos agricultores. Também alegavam que parte da água iria se evaporar devido à forte insolação nas áreas dos canais.

RIBEIRO, Wagner Costa. Por Dentro da Geografia. São Paulo: Editora Saraiva, 2019.

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